Exposições e instalações FLIQ 2025

Exposição documental FLIQ 2025
Os grandes navios da Terra
Homenagem a Lídia Jorge

 

 

Salvador Santos

SALVADOR SANTOS nasceu em Chaves, no ano de 1979. Vive no Algarve desde os quatro anos. Frequentou o curso Estudos Portugueses na Universidade do Algarve. Foi editor na Sul, Sol e Sal. É autor dos livros de poesia Selvagem e Cartographya.

 

Comissaria a exposição documental dedicada a Lídia Jorge 
Inauguração | 20 Setembro | 17h30 
Centro de Estudos Algarvios Luís Guerreiro

EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE PINTURA
WOMEN’S ART

Colectivo de mulheres artistas portuguesas e espanholas, que nasceu do projecto Luz de Mujer, criado em 2019.
O grupo artístico já interpretou obras de Sorolla, Joaquim Lopes e Bécquer.
2025: «Prestar esta homenagem a Lídia Jorge foi um desafio que reflete e sintetiza a maturidade e a experiência das artistas de Luz de Mujer.
Uma honra para todas nós.»

 

Inauguração do painel artístico Lídia Jorge: Raiz Mulher e da exposição colectiva Eco(s) Pintura
Sábado | 20 Setembro | 18h30 

Centro de Estudos Algarvios Luís Guerreiro e Galeria FMVG

 

 

Ana Feu, pintora

Ana Feu

Hispano-lusa nascida em Ayamonte. Vive entre Sevilha e no Algarve, onde desenvolve uma obra marcada pela luz e os seus contrastes. Criadora do projeto “Luz de Mulher”, expôs em Portugal e Espanha, com destaque para “Luzes de Portugal em Sevilha” e “2 Margens”. A sua pintura figurativa evoluiu para o impressionismo e a abstração. Realizou individuais em galerias e instituições como Canal Sur, Consulado de Portugal e Câmara de Faro.

 

Carla Mourão, pintora

Carla Mourão

Nascida em Lisboa em 1970, é professora de Geometria Descritiva e Desenho na Escola Secundária Luís de Camões. Formada em Design pelo IADE e Artes Plásticas na António Arroio, possui vasta experiência no ensino. Como artista plástica, expõe desde 2001 em Portugal e Espanha, publicou livros e ilustrações, e integra o grupo “Luz de Mulher” desde 2019. Recebeu prêmios como o 1º Prêmio no Concurso Pintar Tavira (2001) e o 2º no Salón Nacional de Pintura de Ayamonte.

 

Dulce Lourenço, pintora

Dulce Lourenço

Nasceu no Alentejo – Mértola em 1971, mas vive em Faro desde 1980.
Inicia o percurso pela pintura aos 15 anos, com o pintor e aguarelista Manuel Hilário de Oliveira, com quem teve aulas de pintura e desenho durante 2 anos. Estudou até ao 12ª ano de escolaridade em Arte e Design. Frequentou aulas de artes decorativas e trabalhou em design gráfico em 2 empresas de publicidade.
No seu percurso pela pintura já conta com várias participações em exposições individuais e colectivas.

 

Elisabete Guerreiro, pintora

Elisabete Guerreiro

Nascida em Faro (1968), é artista plástica e professora de Educação Visual há 32 anos. Licenciada em Educação Visual e Design de Equipamento, expõe desde os anos 80 em Portugal e no estrangeiro. A sua pintura é marcada por cores fortes, influências da Bauhaus e arte urbana. Tem obras em galerias físicas e online, e colabora com livros, projetos educativos e exposições em várias cidades e países.

 

Karina Müller, pintora

Karina Müller

Nascida em 1952 em Hamburgo, vive em Ayamonte, Espanha, desde 2013. Descobriu sua paixão pela pintura em 2008 durante sua recuperação do câncer. Autodidata, ganhou prêmios no Salão de Pintura de Ayamonte e participou de exposições em Portugal, Alemanha e Espanha. Faz parte de projetos como Balcón-Arte e Luz de Mujer, e gosta de experimentar novas técnicas e motivos, expressando seus sentimentos através da arte.

 

Maria Manuela Santos, pintora

Maria Manuela Santos

Artista portuguesa nascida em Angola, vive no Algarve. Formada em Arquitetura Paisagista, cria obras poéticas com técnicas como acrílico, óleo e aquarela em suportes diversos, incluindo materiais reciclados. Desde 2015, expôs internacionalmente em Portugal, Espanha, Cabo Verde e Coreia do Sul. Selecionada para a BIALE 2025, coordena projetos de Arte Pública que promovem interação entre arte e comunidade, destacando sua paixão pela criatividade e impacto social.

 

Núria Fuentes, pintora

Núria Fuentes

Pintora amadora nascida em Madrid, desenvolveu sua carreira no Brasil, Espanha e Portugal ao longo de 18 anos. Seu estilo vanguardista usa acrílicos para refletir culturas atuais com uma visão modernista. As cores, especialmente o flúor, revelam sentimentos ocultos. Participou de exposições individuais e coletivas do grupo “Luz de mulher” na Espanha e no Brasil, além de projetos solidários, recebendo em 2019 o diploma de excelência da ProArte e Cultura Mayte Spínola.

 

Rocio Romero, pintora

Rocio Romero

Licenciada em Belas-Artes, especialidade de Pintura, pelas Universidades de Sevilha e Complutense de Madrid (1986–1991). Cursos de Pintura Mural e Retrato. Prémios e seleções em concursos nacionais e internacionais (1988–2025). Experiência docente em escolas municipais e Fundação El Monte. Obras em instituições em Espanha e Portugal. Diversas exposições individuais e coletivas em Espanha, Portugal e Bienal de Arte de Londres 2025.

 

Rosa Gómez, pintora

Rosa Gómez

Nascida em Ayamonte e de formação autodidata, as suas cores sugestivas remetem-nos para os impressionistas franceses,
dando lugar a uma obra muito pessoal, apreciada em Sevilha, Madrid e Portugal.

 

Sónia Balão, pintora

Sónia Balão

Licenciada em EVT, desde cedo envolvida na exploração artística e experimentação de técnicas. Participou em exposições individuais e coletivas em galerias de arte. É membro da Associação Peace and Art Society (PAS), colaborando em exposições nacionais e internacionais, e integrou o coletivo ARTLINK. Recentemente, participou na Exposição de Arte Contemporânea em Gibraleon (Huelva, 2024/2025) e na exposição em Lagoa.

O DIA EM QUE OS DESENHOS FALARAM 

Por Escola EB 2,3 Infante D. Fernando
Educação Visual e Imagin@arte, com Elisabete Guerreiro
LOCAL: BIBLIOTECA A NOSSA CASA COMUM

Mostra de banda desenhada realizada por 41 alunos do 6.º ano da escola Infante D. Fernando, Agrupamento de Escolas de Vila Real de Sto António – Educação Visual e Imagin@arte – inspirada na obra de Lídia Jorge O Dia dos Prodígios. Coordenada por Isabel Guerreiro, professora de EV, junto de alunos/as dos 11 aos 13 anos do
ano lectivo 2024-2025.

CONVERSAS NO POIAL

 

 

Instalação artística desenvolvida junto da comunidade de Santa Rita e Vila Nova de Cacela.
Promovida pelo Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela (CIIPC),
Município de Vila Real de Sto António e com curadoria de Joaquim Correia, professor de Educação Visual, pode ser vista no FLIQ 2025.
A partir de fios, lãs, tecidos e gesso, e de técnicas artísticas como macramé, tecelagem, crochet e tricot a instalação resulta de cerca de quatro meses de trabalho criativo. A iniciativa assinalou os 20 anos do CIIPC.

LOCAL: FMVG, ENTRADA

Curadoria: Joaquim Correia
Intervenientes: Equipa do CIIPC e elementos da população de Santa Rita e Vila Nova de Cacela
Técnicas utilizadas: macramé, tecelagem, crochét, tricot
Materiais: fios, lãs, tecidos gesso

No ano em que o CIIPC celebra o seu 20º aniversário, elementos da população da aldeia de Santa Rita e de Cacela juntaram-se para dar corpo a uma instalação artística que pretende evocar as características da comunidade de Santa Rita na relação com o território envolvente, a história e património local.
A instalação “CONVERSAS NO POIAL” é o resultado de cerca de 4 meses de trabalho criativo no CIIPC, entre fios e linhas, tecendo vivências e memórias.

 

 

LÍDIA JORGE, 50 POSTOS DE ESCUTA
INSTALAÇÃO SONORA

Por FMVG, com Marinela Malveiro
LOCAL: FMVG, PEB-MGG E ALDEIA

 

 

A homenagem a Lídia Jorge, emoldurada pela 5.ª edição do Festival Literário Internacional de Querença, activou a entrevista realizada junto da escritora, em 2016, para um encarte do jornal Público (31-07-2016). No Algarve, Lídia Jorge era agraciada com a Medalha de Honra do Município, com direito à presença, em Loulé, do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa. A possibilidade de exploração do petróleo na costa algarvia aqueceu e gerou comentários de ambos. Os consórcios entre os Estados Unidos e a União Europeia geravam indignação na rua e na imprensa. De um lado, a potência mundial que celebrava a ascensão de Donald Trump ao poder. Do outro, em Bruxelas, estreava-se a palavra BREXIT e antecipava-se a saída do Reino Unido da Europa dos 27. A capital da Bélgica era palco de atentados, assim como Nice, França. Alepo nunca tinha estado tão perto. Uma tentativa de golpe de Estado na Turquia de Erdogan matava centenas de pessoas e, na Itália, sucediam-se vários sismos. Em Agosto, o Brasil tremia com a chegada da primeira mulher a Brasília. Dilma Rousseff viria a enfrentar um impeachment. No Rio de Janeiro, os Jogos Olímpicos. Na Europa, ecoava o hino nacional com a vitória da selecção portuguesa masculina de futebol no EURO. Na casa de Boliqueime de Lídia Jorge, ousámos perguntar sobre futebol, sobre as armadilhas internacionais, a portugalidade. Confirmámos a raiz dos seus livros: os sonhos e os ódios, os heróis sem pátria, os santos sem Deus e os amantes sem amor. O memorável e o futuro. Uma esteira que se espraia por mais de 30 anos de romances, contos, poemas, crónicas, peças de teatro. Escrita traduzida em 20 línguas. Nove anos após a entrevista, escutar a voz de Lídia Jorge é confirmar que muitos dos temas ainda gravitam em torno dos mesmos protagonistas. Que a escritora ainda teme ser silenciada. Que deseja mais lugares de beleza para as pessoas. Que define a Literatura como a arte mais funda. Que escreve, porque não tem como não escrever. Que o amor à sua aldeia é eterno, assim como o amor aos seus. São 50 janelas que se abrem para o seu pensamento.
Qual delas abrir primeiro?

A instalação sonora tem autoria e curadoria de Marinela Malveiro, jornalista e colaboradora da Fundação Manuel Viegas Guerreiro desde 2017.

LOCAL: FMVG, PEB-MGG, ALDEIA

 

ECO-INSTALAÇÃO
PLANTAR POESIA NA PAISAGEM

Por FMVG
LOCAL: PEB-MGG

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