Participa na abertura do FLIQ 2025
A Homenagem ao Acordeão
Orquestra do Algarve
Sexta | 19 Setembro | 21h00
Anfiteatro PEB-MGG
COMPOSITOR CONVIDADO

JOÃO NASCIMENTO nasceu na Marinha Grande em 1957.
Estudou na Academia dos Amadores de Música.
Foi aluno de Eurico Carrapatoso, António Pinho Vargas e Christopher Bochmann.
É doutorado em Composição pela Universidade de Évora.
É ainda licenciado em Educação Física pelo Instituto Superior de Educação Física de Lisboa, hoje FMH.
Lecionou no ISEIT, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e na Academia Nacional Superior de Orquestra.
É professor na Academia de Música de Elvas e no Conservatório Regional de Évora-EboraeMvsica.
As suas obras têm sido tocadas em Portugal e no estrangeiro.
SOLISTA

JOÃO BARRADAS destaca-se como um dos músicos mais criativos na cena europeia do acordeão, movendo-se simultaneamente entre a música clássica e a improvisação.
Ele realizou os primeiros recitais de acordeão em salas de concertos como o Wiener Konzerthaus, a Fundação Calouste Gulbenkian e o Festival d’Aix-en-Provence e atua como solista com a Orquestra Filarmónica de Londres, a Orquestra Tonhalle de Zurique, a Orquestra Sinfónica de Hamburgo e a Orquestra de Câmara de Colónia, sob a direção dos mais prestigiados maestros como Edward Gardner, Alondra de la Parra, Sylvain Cambreling e Christoph Poppen.
No mundo do Jazz, aumentou a presença do seu instrumento colaborando com alguns dos mais importantes improvisadores contemporâneos, como: Mark Turner, Peter Evans, Aka Moon, Greg Osby, David Binney, Gil Goldstein e até mesmo em grupos maiores como a Brussels Jazz Orchestra.
Foi nomeado ECHO Rising Star pela Organização Europeia de Salas de Concerto em 2019. Nesta temporada atual, será o Artista Residente na Casa da Música, Porto, e foi premiado com o Prémio Sir Jeffrey Tate na Alemanha.
MAESTRO

NILS ERIK MÅSEIDVÅG, considerado um dos maiores talentos da Noruega na Direção de Orquestra, já trabalhou repetidamente com muitas das principais orquestras norueguesas, como a Filarmónica de Oslo, Filarmónica de Bergen, Orquestra Sinfônica de Trondheim, Orquestra Sinfónica de Kristiansand, Orquestra Sinfônica de Stavanger, Filarmónica do Ártico, Ópera de Kristiansund e Orquestra de Rádio Norueguesa. Simultaneamente, mantém também uma relação estreita com as bandas militares profissionais norueguesas. Baseado em Copenhaga, Nils trabalhou com a Orquestra Sinfónica de Odense, a Royal Danish Life Guard’s Wind Band e a Orquestra Sinfônica de Aarhus, com quem fez sua estreia na Royal Danish Academy of Music em 2020. Aqui estudou com Giordano Bellincampi e Michael Schønwandt e durante os estudos teve também a oportunidade de dirigir orquestras como The Danish National Symphony Orchestra, Aalborg Symphony Orchestra e Sønderjylland Symphony Orchestra. Antes dos seus estudos na RDAM, concluiu o mestrado em Direção de Orquestra na Academia Norueguesa de Música sob Ole Kristian Ruud. Durante 2018 e 2019, apresentou-se como maestro assistente da Orquestra Filarmónica de Bergen, tendo trabalhado em estreita colaboração com os Maestros Titulares Ed Gardner e Juanjo Mena. Ganhou o terceiro prémio no Concurso Internacional de Música Princesa Astrid, bem como o Prémio de Talento Leonie Sonning em 2020. Tendo participado em masterclasses internacionais, como a Academia de Direção de Gstaad Menuhin e a Academia Järvi, Nils Erik teve ainda a oportunidade de aprender com maestros como Mariss Jansons, Manfred Honeck, Johannes Schlaefli, Neeme Järvi, Paavo Järvi, Vasily Petrenko, Jukka-Pekka Saraste e Jorma Panula.
ORQUESTRA DO ALGARVE

Fundada em 2002 como ORQUESTRA DO ALGARVE, tem sido desde sempre orientada pela exigência da mais elevada qualidade artística. Tem como principais objetivos promover e divulgar a música erudita em todas as camadas sociais, não só contribuindo para elevar o nível cultural da população a quem se dirige, como também desenvolver uma ação pedagógica junto das camadas mais jovens, procurando enriquecer e diversificar a oferta cultural e turística na região do Algarve.
Composta por músicos de cerca de catorze nacionalidades, selecionados em concurso público internacional, a Orquestra conta, atualmente, com Pablo Urbina na sua equipa artística como Maestro Titular.
De realçar também que em 2019 deu início a um novo projeto, o Coro Comunitário, com a principal missão de interpretar repertório coral sinfónico, alargando assim a programação musical da orquestra. Este projeto conta com a coordenação do barítono Rui Baeta.
Participa no 2.º dia do FLIQ 2025
Ensemble de Flautas de Loulé
por alunos/as do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado
Sábado | 20 Setembro | 14h50 e 15h50
Auditório FMVG

PARTICIPANTES
Direção: Prof. Ana Figueiras
Ana Raimundo
Felipe Rozendo
Lea Gonçalves
Saúl Silva
ENSEMBLE DE FLAUTAS DE LOULÉ é um agrupamento formado por alunos de flauta de bisel do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado e da Escola de Música da Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva e encontra-se sob a direção da professora Ana Figueiras, desde 2015.
Celebrou em fevereiro deste ano 30 anos de existência! Foi constituído em Dezembro de 1994 por alunos da Escola de Música do Município de Loulé, sob orientação do professor Francisco Rosado e por ele passaram dezenas de alunos. Tem-se apresentado regularmente em audições escolares e concertos, nas igrejas do concelho de Loulé e noutros espaços culturais da região, como a Casa da Cultura e Galeria de Artes do Convento Espírito Santo em Loulé; Cineteatro Louletano; Museu Arqueológico Infante D. Henrique em Faro, Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, Instituto Superior Afonso III; e em momentos musicais integrados no Festival MED, bem como no Festival Clássica em Cacela. Tem-se apresentado ainda em concerto em diversas zonas do país e Espanha, marcando presença no Convento dos Remédios em Évora, na Igreja de San Alberto em Sevilha e no Conservatório Profissional de Música Cristobal de Morales, na Escola Superior de Educação de Setúbal, no Palácio Nacional da Ajuda, no Festival de Música Antiga de Amarante, na Academia de Música de Santa Cecília, na Igreja da Misericórdia de Seia, entre outros. Realizou em 2016 um concerto conjunto com o cantor Sérgio Godinho, no cineteatro louletano.
Participou em diversas atividades multidisciplinares e de formação, como o I Encontro de Consorts de Flautas; masterclasses com flautistas internacionais, intercâmbios com as classes do ILG, do Conservatório Nacional e do Conservatório de Música Cristobal de Morales. Conquistou, em 2022, o 2º prémio-categoria de música de câmara no II Concurso Interno Francisco Rosado do CML-FR.
Gravou até ao momento três CDs, com peças da Idade Média ao século XX, com apoio da Câmara Municipal de Loulé e tem participado em todas as edições do Encontro de Música Antiga, que anualmente se realiza neste concelho.
CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE LOULÉ – FRANCISCO ROSADO

O CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE LOULÉ – FRANCISCO ROSADO, como escola pública inaugurada em 2018, desempenha um papel crucial no desenvolvimento cultural da cidade e do Algarve. A ambição de alargar a sua oferta a instrumentos não disponíveis na região, reforça o seu caráter inovador e a dedicação a uma formação musical de excelência que tem visto o número de interessados a crescer anualmente. O Conservatório de Loulé tem funcionado também como um centro agregador de vontades, impulsionando a criação de vários projetos importantes para o crescimento dos seus alunos e que enriquecem o panorama artístico local.
Participa no 2.º dia do FLIQ 2025
Pelo fio dos versos, assim a casa seja
Sábado | 20 Setembro | 21h00
Praça da Fundação

AMÉLIA MUGE é cantora, autora, compositora e ilustradora. Compõe para Hélia Correia, Maria do Rosário Pedreira, João Monge e escreve para Filipe Raposo e Mário Laginha entre outros. Compõe ainda para a poesia de Camões, Fernando Pessoa, João Pedro Grabato Dias, Natália Correia, Ramos Rosa, entre outros. Cantada por Ana Moura, Camané, Mísia, Cristina Branco, entre outros. Colabora com Cramol, Segue-me à Capela, Sopa de Pedra, Outra Voz. Participa em concertos e na discografia de cantautores como Fausto e José Mário Branco. Parcerias internacionais: Amancio Prada, Elena Ledda, Michales Loukovikas, Kronos Quartet, Vozes Búlgaras entre outros. Dos álbuns editados destaque para: Todos os Dias (1994), incluído nos 100 melhores Álbuns de sempre da música portuguesa, edição do Jornal Público; Taco-a-taco (prémio Zeca Afonso) (1996). Não sou daqui (2007) Melhores álbuns (Expresso, Público), Ruelles (2013) Prémio Academia Charles Cros (França); Periplus, Deambulações Luso-gregas (2012), melhor álbum do ano (Expresso e Público), um dos 3 melhores (SPAutores), um dos 10 melhores (Mundofonias, Espanha) e nomeado para os 10 melhores álbuns internacionais (Folkroots). AMÉLIAS (2023), destacado pela revista inglesa SongLines como um dos 10 melhores Cds feitos em Portugal nos últimos 5 anos (2024).
Trabalho mais recente: Livro-Álbum Um gato é um gato. (fim de 2024).
FILIPE RAPOSO é pianista, compositor e orquestrador. Iniciou os seus estudos de piano no Conservatório Nacional de Lisboa e concluiu o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Estocolmo), tendo sido bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela ESML.
Enquanto pianista, compositor e orquestrador, tem colaborado com inúmeras orquestras internacionais, apresentando-se em importantes salas como Sala de São Paulo, Bozar, Ópera de Rouen, Fundação Gulbenkian, CCB. Colaborou em concertos e em gravações discográficas com alguns dos principais nomes da música portuguesa. Trabalha também regularmente como compositor em cinema e teatro. Autor da música original do documentário Um Corpo que Dança – Ballet Gulbenkian 1965-2005, de Marco Martins. Em 2022 realizou, em parceria com António Jorge Gonçalves, o documentário O Nascimento da Arte. No mesmo ano escreveu a ópera As Cortes de Júpiter (Gil Vicente), com encenação de Ricardo Neves-Neves. Últimos trabalhos editados: The Art of Song vol.2: Between Sacred and Profane (2023) O Primo Basílio – banda sonora DVD cinemateca (2024) Variações do Brancø vol.3 (2025).