Exposição FMVG 25 anos só até 15 de Agosto
Narrativa da FMVG 2000-2025 contada através de centenas de documentos, entre fotografias, livros, cartazes, folhetos, periódicos, rascunhos manuscritos, esquissos, suportes de informação, telas de exterior e equipamentos.Os elos foram organizados por Ana Poeta, a colaborar na Fundação há cerca de um ano. A formadora coloca a tónica na esposa de Viegas Guerreiro, que abre...
25 anos de Fundação
2000 - 2025 foi num golpe de asa e o passado dia 28, em Querença, quase tão efémero como o soltar de uma rolha de garrafa de celebração. A Fundação Manuel Viegas Guerreiro (FMVG) assinalou as bodas de prata cumprindo mais um sumário do programa de “aulas” do projecto Estudos Gerais Livres. A oradora convidada...
Fundação é finalista na lista internacional de bibliotecas sustentáveis
É mais um motivo de festa. Nos 25 anos da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, uma das suas bibliotecas - A Nossa Casa Comum -, está seleccionada para o galardão “Best Green Library Project” (Melhor Projecto de Biblioteca Sustentável), atribuído pela Federação Internacional de Associações e Instituições de Bibliotecas. A Fundação, única representante portuguesa, está ao lado...
Morreu ontem a escritora Teresa Rita Lopes, aos 87 anos.
Faro, 1937 – Almada, 2025 Teresa Rita Lopes faleceu ontem em Almada. Cidadã de causas e militâncias e escritora algarvia e professora universitária. Referência internacional no estudo da obra de Fernando Pessoa. O jornal Público nomeou-a como uma das grandes “arqueólogas” de Pessoa. O filho, Vasco Lima, apelidou-a de “Mestre, Escritora, Mãe, Avó e Bisavó”. Foi...
Marcelo Rebelo de Sousa atribui Alto Patrocínio ao FLIQ – Festival Literário Internacional de Querença 2025
O FLIQ – Festival Literário Internacional de Querença acaba de receber o Alto Patrocínio da Presidência da República para a sua edição de 2025. A distinção, agora oficializada, reconhece a relevância cultural e artística do festival, bem como o seu papel fundamental na valorização do interior do país e na promoção de um diálogo...
As voltas do crochet… e da serpente
«Para definir a identidade cultural de uma região, havemos de nos socorrer do discurso oral da sua gente, misturando-nos com ela, ouvindo-a na rua e em casa, participando se pudermos, em seu labor quotidiano. O trabalho de campo tem de ser contínuo, duradouro, abranger todos os períodos da vida rural, que para pouco serve...